Minha poesia de sala de aula.
É quando me encontro no meio do nada,
É quando risco a palavra falada,
É quando me perco no meio da sala.
Não importa o que o burocrata fala,
Só importa agora a plavra amada,
Cada gota de tinta derramada
é a gota de agonia que se cala
Não sei porque escrevo nessa hora
Oferta de caneta e caderno?
Eu sempre me consagro no soneto...
Minha poesia de sala de aula.
Esse momento eterno em que me meto
Minha alma, em folias, comemora!
sábado, 19 de junho de 2010
Revoluções
Palavras... no meio da minha mão...
No coração, um caos delas impera.
Sutilmente, a alegria supera
os últimos tempos de depressão.
Bruma otimista, brisa de emoção.
Penso que vale a pena sim a espera
por dias melhores, por dias de vera,
Dias de palavras escritas na mão.
Penso que a vida é ciclos, momentos...
Às vezes, mais de um ao mesmo tempo.
Às vezes, há, também, uma melhora.
Não sei onde vou a partir de agora,
Guardarei pouco de tudo que lembro...
E vou navegar pelos novos ventos.
No coração, um caos delas impera.
Sutilmente, a alegria supera
os últimos tempos de depressão.
Bruma otimista, brisa de emoção.
Penso que vale a pena sim a espera
por dias melhores, por dias de vera,
Dias de palavras escritas na mão.
Penso que a vida é ciclos, momentos...
Às vezes, mais de um ao mesmo tempo.
Às vezes, há, também, uma melhora.
Não sei onde vou a partir de agora,
Guardarei pouco de tudo que lembro...
E vou navegar pelos novos ventos.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Tempo...
Sou hoje só poesia e pensamento.
Pensamentos em toda vaga hora,
Vagando sãos entre poesia, prosa
e paixão, meu Deus, todo sentimento.
E só poesia em cada vão momento:
nos tempos passados, tempos de agora,
em cada segundo... a alma comemora;
todas alegrias, todo sofrimento!
Sou hoje só poesia e pensamento.
Sou meus dedos longos sobre o papel,
Sou as núvens riscando poemas no céu
Sou a poeira carregada pelo vento,
Sou a brisa salgada da maresia
Hoje, sou só pensamento e poesia!
Pensamentos em toda vaga hora,
Vagando sãos entre poesia, prosa
e paixão, meu Deus, todo sentimento.
E só poesia em cada vão momento:
nos tempos passados, tempos de agora,
em cada segundo... a alma comemora;
todas alegrias, todo sofrimento!
Sou hoje só poesia e pensamento.
Sou meus dedos longos sobre o papel,
Sou as núvens riscando poemas no céu
Sou a poeira carregada pelo vento,
Sou a brisa salgada da maresia
Hoje, sou só pensamento e poesia!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Ciclos...
Tenho estado longe da minha escrita.
Tenho estado longe de mim também...
Na verdade, meio que me fiz refém,
E, por inteiro, é algo que me irrita!
Mas bem que há um sentimento que grita.
E pulsa, e bate, e cala, invade e vem,
Serenisa e poetisa, poesia alguém?
E me mata. Por fim, me ressuscita!
Vinte e poucos anos... Tão calado!
Morro e renasço três vezes por dia.
Sempre sozinho, sempre em agonia.
E pulsa, e bate e cala, invade e vem
Ressuscita-me. Mata-me também...
Morro. Mas renasço: apaixonado!
Tenho estado longe de mim também...
Na verdade, meio que me fiz refém,
E, por inteiro, é algo que me irrita!
Mas bem que há um sentimento que grita.
E pulsa, e bate, e cala, invade e vem,
Serenisa e poetisa, poesia alguém?
E me mata. Por fim, me ressuscita!
Vinte e poucos anos... Tão calado!
Morro e renasço três vezes por dia.
Sempre sozinho, sempre em agonia.
E pulsa, e bate e cala, invade e vem
Ressuscita-me. Mata-me também...
Morro. Mas renasço: apaixonado!
sábado, 13 de março de 2010
Olhares nos Caminhos
Eu ando meio distraído, é verdade.
Colhendo agora os frutos que plantei,
plantar mais é a minha maior vontade!
Agora, mais que nunca, nada sei.
E eu respiro com mais profundidade.
E com mais calma que quando semeei.
E agora busco em mim qualidade.
Frutos que no futuro viverei!
Ah! Caminhos das veredas da vida,
Olhava os pés para não tropeçar,
Pedia por mãos para me levantar.
Agora sei que não é uma corrida.
E sempre há chance de recomeçar.
É a vida! É um canto, é cantar!
----------------------------------------------------
Eu acho que estou começando a entender a paciência;
Nah! Doce ilusão de um Poeta muito otimista :p
Colhendo agora os frutos que plantei,
plantar mais é a minha maior vontade!
Agora, mais que nunca, nada sei.
E eu respiro com mais profundidade.
E com mais calma que quando semeei.
E agora busco em mim qualidade.
Frutos que no futuro viverei!
Ah! Caminhos das veredas da vida,
Olhava os pés para não tropeçar,
Pedia por mãos para me levantar.
Agora sei que não é uma corrida.
E sempre há chance de recomeçar.
É a vida! É um canto, é cantar!
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Eu acho que estou começando a entender a paciência;
Nah! Doce ilusão de um Poeta muito otimista :p
À Minha Solidão.
Eis que cumprimento a solidão,
Que todos os dias, fica comigo,
E já esteve uma vez contigo,
Deixando nosso coração em vão.
Nesse sofrimento muitos estão.
Procurando o que eu não consigo,
Assim, então, para nada eu ligo,
Logo que não acho uma solução.
A procura, ela é a questão
Quero alguém para ficar comigo
Para ser um grandíssimo amigo
E um amor para o meu coração
Para me livrar dela, pois se não,
Continuarei nessa solidão.
----------------------------------------------
Esse é dos antigos tempos de ensino médio!
Que todos os dias, fica comigo,
E já esteve uma vez contigo,
Deixando nosso coração em vão.
Nesse sofrimento muitos estão.
Procurando o que eu não consigo,
Assim, então, para nada eu ligo,
Logo que não acho uma solução.
A procura, ela é a questão
Quero alguém para ficar comigo
Para ser um grandíssimo amigo
E um amor para o meu coração
Para me livrar dela, pois se não,
Continuarei nessa solidão.
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Esse é dos antigos tempos de ensino médio!
A Janela.
Aqui, sentado, olho para a janela.
Sem o calor no corpo, Felicidade.
Tristeza, e já com essa idade.
Olhando para a janela, bela.
Grande, e eu aqui, na minha cela.
Que falta farei na minha cidade?
Com falta da minha serenidade
Fico olhando a bela janela.
E olho novamente para a tela.
Medo, temor, sono: Que estranha tríade.
Que falta para pular? Minha sede?
Olho para o chão embaixo dela
Ainda não é o dia de eu morrer
Há muitos sorrisos para eu ver.
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Esse é dos antigos tempos de ensino médio!
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